Jim Hellwig deu vida a um dos personagens mais carismáticos, empolgantes e cativantes de sempre: o Ultimate Warrior. Talvez como qualquer pessoa que tenha assistido ao WWF Superstars na sua infância ou mesmo juventude (o meu caso), fui imensamente cativado pela presença sem igual desta Superstar: desde a música de heavy metal simples que servia de entrada, às suas pinturas e roupa colorida, cabelo longo e físico impressionante, passando pela sua postura imensamente energética, não deve ter havido fã que não se rendesse como prisioneiro voluntário a este "guerreiro".
Mas contam-nos as pessoas que lidavam com Hellwig nos bastidores (como Vince McMahon, "Mean" Gene Okerlund, Bobby "The Brain" Heenan), que por trás das pinturas, existia uma pessoa bem diferente do personagem apresentado aos fãs. É disto que trata este documentário: um retrato nada glorificante de Jim Hellwig, que levava a sua vida de um modo alegadamente pouco lisonjeador e a quem, (alegadamente, novamente) o ramo do Sports Entertainment pouco mais significava que fama e dinheiro, e para quem o profissionalismo não era preocupação.
No documentário, colegas de profissão falam-nos de episódios surpreendentes e chocantes, mas nunca descurando do mérito detido por Hellwig, reconhecendo o impacto posivito que teve no wrestling, juntamente com o modo como ajudou a reencaminhar o destino do produto da WWE, falando um pouco da influência do personagem nesse processo.
Resumidamente, não é mais que um documentário que tem como objectivo sujar a imagem da pessoa por trás do personagem, sendo o foco a sua conduta nos bastidores e o pouco profissionalismo que Hellwig tinha, e não tanto o quanto brilhava à frente dos espectadores.
"The Self-Destruction of the Ultimate Warrior" não deixa, no entanto, de ser um documentário interessante de ver, nem que seja só para matar a curiosidade.
Monday, January 30, 2006
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